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CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

PROGRAMA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

O Programa de Relações Internacionais do Centro Universitário Cesmac (PRI-Cesmac) tem por finalidade inserir a instituição no contexto da educação globalizada, permitindo, por meio da formalização de convênios com Instituições de Ensino Superior fora do Brasil, o acesso de discentes, docentes e pesquisadores a oportunidades de parcerias no âmbito do ensino e da pesquisa.

O PRI-Cesmac tem o objetivo de ser responsável pelo planejamento, desenvolvimento e execução das políticas de relações internacionais de forma a permitir ao Cesmac construir e/ou se inserir em redes de cooperação internacional, favorecendo, desta forma, a formação de um saber de maior qualidade e atualizado com a dinâmica atual do ensino.

CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

O Programa Ciência sem Fronteiras tem seus critérios definidos pelas agências executoras, CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), ligada ao Ministério da Educação e, CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, responsáveis por lançar os editais que irão reger todo o processo.

Os últimos editais foram lançados em outubro de 2014, para implementação das bolsas entre julho a setembro de 2015, com vigência até julho/agosto de 2016. Não havendo qualquer sinalização por parte das agências financiadoras da continuidade ou não do programa.

Informações:

Professor Sílvio Abreu

silvio.abreu@cesmac.edu.br

PRÓ-REITORIA

  • Dra. Claudia Medeiros

    Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-graduação

  • Dr. Sílvio Romero de Oliveira Abreu

    Coordenador do Programa de Relações Internacionais

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DEPOIMENTOS

No começo, estava um pouco desacreditado que conseguiria uma vaga no Ciência sem fronteiras, principalmente porque eu tinha uma dúvida que a maioria das pessoas têm: Somente as universidades públicas têm a chance de ir, não é? Até que dois dos meus amigos de classe fizeram todo o processo e conseguiram a vaga no intercâmbio. Depois disso, foi ir atrás de tudo que precisava, e com ajuda do Coordenador, professores e o empenho dos funcionários da Secretaria, eu consegui realizar o sonho de ir estudar nos Estados Unidos.

Em terras norte-americanas, a adaptação ao inglês falado não foi tão fácil quanto eu pensei que seria, no começo era um pouco complicado de entender e fazer com que eles me entendessem, mas com um pouco mais de dois meses essa dificuldade diminuiu bastante. O clima foi outro problema em relação à adaptação. Nos primeiros meses estava bastante calor, mais quente do que Maceió, e no inverno cheguei a passar um frio de -20°C.

Já quando começou curso de Industrial Technology, eu achei que seria complicado entender as aulas, como que eu iria acompanhar os termos técnicos de uma matéria dada em inglês por um professor coreano? Porém, grande parte dos termos técnicos eu já havia aprendido, e muitos deles a gente aprende no Brasil em inglês. Em relação aos assuntos gerais, me senti bem preparado, conseguindo até uma vaga na Dean List, que é uma lista que a Southern Illinois University faz com os alunos com as maiores notas, e por isso eu sou muito grato aos professores do curso de Engenharia de Produção.

Muitas pessoas já me perguntaram “você não se arrepende de ter perdido três semestres?” É aí que eu respondo: ”claro que não”. Eu sinto que ganhei três semestres, que ganhei novos amigos, que obtive mais conhecimento, que conheci o mundo lá fora. Recomendo a todos que não se permita parar, e que nunca deixe que o parem.

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Arthur de Freitas Gama

Aluno do Curso de Engenharia de Produção

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