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Pesquisa de Mestrado analisa qualidade de vida dos acadêmicos

Estudo detectou um alto nível de comportamento sedentário.

O estudo intitulado “Análise da Antropometria, da Aptidão Física e sua relação com Nível de Atividade Física Habitual de Acadêmicos Ingressantes em Cursos da Área da Saúde”, foi desenvolvido pelo mestre Tâminez Farias e orientado pelo professor doutor Natanael Babosa dos Santos no Programa de Pós-Graduação stricto sensu Mestrado Profissional Pesquisa em Saúde do Cesmac.
O foco da pesquisa foi analisar o nível de atividade física dos alunos ingressantes nos cursos da área de saúde da Instituição. O estudo detectou um alto nível de comportamento sedentário, que tem sido correlacionado com o aumento da obesidade e o aparecimento de inúmeras doenças. Os dados do Censo da Educação de 2016 apontam uma grande expansão da educação superior no Brasil.
De acordo com o mestre Tâminez Farias, “os estudantes universitários é uma população relevante para o estudo sobre as condições de saúde, pois a entrada do jovem na universidade é um período marcante devido as novas relações sociais e novo estilo de vida”, explicou o pesquisador.
Ainda segundo Tâminez, “os graduandos passam a não ter tempo para a prática de forma sistemática dos exercícios físicos, por conta de inúmeras horas dedicadas à rotina acadêmica, como provas, projetos, pesquisas, estágios, entre outras”.
A pesquisa, nesse contexto, torna-se importante para compreender os fatores relacionados ao nível de atividade física, auxiliando na construção de possibilidades de políticas públicas para estimular práticas efetivas de atividades física nesse grupo. Os estudantes que participaram da pesquisa foram avaliados no Laboratório de Fisiologia do Exercício da Clínica Escola de Fisioterapia da Instituição.
Os resultados indicaram índices de aptidão física com percentual muito expressivo de acadêmicos classificados como fraco (63%) e regular (19%). O estudo ressalta que uma boa condição física proporciona maior capacidade para realizar atividades de vida diária e autonomia do movimento, além de estar relacionado com diminuição de lesões, prevenção de dores musculares e de problemas posturais.
Segundo o professor doutor Natanael Babosa dos Santos, “a preocupação com esses resultados é o que vai acontecer durante e após a vida acadêmica. Os números apontam para um aumento cada vez maior dessas variáveis, o que tende a gerar danos muito sérios para a saúde desses graduandos. A nossa intenção é estabelecer um movimento focado na promoção e prevenção da saúde e posterior ampliação para beneficiar toda a Instituição”, detalhou.